Revolta

16/11/2015 10:15

"Portador e difusor de tal sensibilidade e consciência, o revoltado metafísico é como o escravo rebelde. Do mesmo modo que este protesta contra a escravidão que o vitima, o revoltado metafísico, raciocina Camus, brada indignado contra a condição absurda e precária da sua qualidade de homem. No fundo, trata-se de uma criatura que se declara frustrada com a criação. Contudo, com a mesma intensidade  com que reclama angustiado da fragmentação do mundo e do sofrimento de viver e saber que um dia morrerá, ele reivindica a unidade, a totalidade, a clareza e o reino da justiça."

Paulo Jonas de Lima Paiva, Ateísmo e revolta - Os manuscritos do padre Jean Meslier


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