Koan

27/03/2016 13:21

"Os Koans pertencem ao segundo tipo, pois partilham a ilusividade e a indefinibilidade da vida. Assim, quando o discípulo chega ao ponto final em que absolutamente não pode captar o Koan, chega também à compreensão de que a vida nunca poderá ser entendida em sua essência, nem possuída ou paralisada à força. Portanto, ele 'se solta', e esse desprendimento é a aceitação da vida tal como ela é, como algo que não pode ser propriedade de ninguém, que é sempree livre, espontâneo e ilimitado. O Koan é uma maneira de apresentar o problema central da vida de uma forma intensificada, pois o impasse final do Koan, da frase viva, aumenta o impasse a que chegam sempre os que tentam se agarrar a todas as coisas que têm vida, na sua ânsia de possuir e de submeter a elas sua própria vida." 

 

Allan Watts, O espírito do Zen


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