Keynes e a arte de viver

28/03/2017 20:00

"Em seu ensaio sobre 'As possibilidades econômicas para os nossos netos', publicado em 1930, ele (Keynes) celebrou as conquistas que nos trouxeram até o 'regaço da abundância', mas apenas como uma ponte necessária para outro fim. O futuro, imaginava ele, pertenceria àqueles para os quais 'a arte de viver' importava mais do que a 'arte de acumular'. O centro de gravidade da vida humana deixaria de ser o 'detestável amor ao dinheiro' e, em seu lugar, a arena das mentes passaria 'a ser ocupada pelos nossos problemas reais - os problemas da vida e das relações humanas, da criação, da conduta e da religião'. 'Serão os povos que souberem manter viva e cultivar até um ponto mais pleno de perfeição a arte da vida, sem se vender pelos meios de vida, que estarão aptos a usufruir da abundância quando ela chegar'..."

 

Eduardo Gianetti parcialmente citando o economista inglês Johm Maynard Keynes em Felicidade


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